Guilherme Fernandes
O-super-man
Aqui convém filosofar um pouco. Ou melhor, falar um pouco do que me deixa angustiado nesta vida. Primeiro, esta sensação de vazio que sinto que nunca passa. É como se fosse aquele dilema filosófico. Sou uma garrafa que nunca fica cheia. Por mais água que eu coloque, ela nunca enche. Mesmo esvaziando, nunca fica completamente vazia. Ou seja, eu estou eternamente na metade. Nem vazio e nem cheio. Sou meio vazio e meio cheio. Será que você me entende? A minha última esperança de entendimento está bem aqui do meu lado. Última, no sentido de tentativa e não no sentido derradeiro. Porque, se não der certo aqui, torço para que eu ainda tenha outras chances para acertar. Porque, como já disse, estou aqui para ser feliz. Essa lição eu já aprendi. Ingênuo é você, se acha que tudo está perdido. (Nick Farewell)
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De repente ouvi teu nome. E quase que imediatamente te procurei a minha volta. Não te encontrei, mas me dei conta de que eu estava sorrindo.
Querido John  (via tedio-fome-e-preguica)



Não guardo rancor, guardo nomes.
Autor desconhecido      (via tekpix)

“Você ta estranho” “Tô nor(mal)”


amigodoacaso:

Aí você cresce, e percebe que quando era criança, sua vida era bem melhor. (amigodoacaso)





quase-anja:

Vei… na boa, é o sorriso mais lindo, e verdadeiro que já vi. Não tem como não olhar para essa foto, e sorrir junto com esse presente de Deus.



Sou tão feio, que quando nasci os médicos disseram: “Joga pra cima, se voar é besouro!”

(UDH)


Eu + Metralhadora = Mundo melhor.


“Filho só vou falar uma vez” disse minha mãe pela 15452658755 vez.